Não é sério

Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério

Sempre quis falar
Nunca tive chance
Tudo que eu queria
Estava fora do meu alcance
Sim, já
Já faz um tempo
Mas eu gosto de lembrar
Cada um, cada um
Cada lugar, um lugar
Eu sei como é difícil
Eu sei como é difícil acreditar
Mas essa porra um dia vai mudar
Se não mudar, pra onde vou
Não cansado de tentar de novo
Passa a bola, eu jogo o jogo

Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério

A polícia diz que já causei muito distúrbio
O repórter quer saber porque eu me drogo
O que é que eu uso
Eu também senti a dor
E disso tudo eu fiz a rima
Agora tô por conta
Pode crer que eu tô no clima
Eu tô no clima…. segue a rima

Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua vida você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Também sou rimador, também sou da banca
Aperta um do forte que fica tudo a pampa

Eu to no clima! Eu to no clima ! Eu to no clima
Segue a Rima!

Sempre quis falar
Nunca tive chance
Tudo que eu queria
Estava fora do meu alcance
Sim, já
Já faz um tempo
Mas eu gosto de lembrar
Cada um, cada um
Cada lugar, um lugar
Eu sei como é difícil
Eu sei como é difícil acreditar
Mas essa porra um dia vai mudar
Se não mudar, pra onde vou
Não cansado de tentar de novo
Passa a bola, eu jogo o jogo

Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
O jovem no Brasil nunca é levado a sério
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério

A polícia diz que já causei muito distúrbio
O repórter quer saber porque eu me drogo
O que é que eu uso
Eu também senti a dor
E disso tudo eu fiz a rima
Agora tô por conta
Pode crer que eu tô no clima
Eu tô no clima… segue a rima

Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua vida você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais
Revolução na sua mente você pode você faz
Quem sabe mesmo é quem sabe mais

Eu to no clima

“O que eu consigo ver é só um terço do problema
É o Sistema que tem que mudar
Não se pode parar de lutar
Senão não muda
A Juventude tem que estar a fim
Tem que se unir
O abuso do trabalho infantil, a ignorância
Só faz destruir a esperança
Na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério
Deixa ele viver! É o que liga”

(Não é sério – Charlie Brown Jr.)

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Palavra-chave: CUBANO

cubano1

Palavra-chave: CUBANO

Significados secundários pretendidos: (1) Rótulo dado a um “Sobrevivente” que está determinado a “mudar o mundo palco” ou que se queixa sobre um monte de coisas no palco, (2) Alegoricamente, um ‘Sobrevivente’ é quem está determinado a se libertar da escravidão, (3) um dos rótulos dado a um “sobrevivente” que se comporta ou pensa diferente dos demais personagens do mundo palco.

Sinônimos dos Significados secundários: Russo – RADICAL – REBELDE – Revolucionário – FIDEL CASTRO – CHE GUEVARA – amotinado – miliciano – GUERRILHA – TERRORISTA (2) – fanático religioso – AIATOLA KOMEHINI (Irã) – TALIBAN (Afeganistão) – OSAMA BIN LADEN (2)

Palavras derivadas: Charuto cubano – Cubano-Americana – os radicais livres (nutrição) – Partido Radical (trocadilho: Política x fun) – Revolução – REBELIÃO – MOTIM – líder guerrilheiro – guerrilha – líder da milícia – LEIS DA MILÍCIA – fanatismo – Prisioneiros – REBELIÃO

Sobre magoar quem se ama

krishnamurti_sobre_amor

Pergunta: Como posso agir livremente e sem auto-repressão, quando sei que minha ação deverá magoar os que amo? Num caso desses, de que maneira podemos reconhecer a ação justa?

Krishnamurti: Deseja saber o interrogante como poderá proceder livremente e sem refreamento, quando saiba que sua ação deverá magoar os que ama. Ora, amar é ser livre. No amor, são livres ambas as partes.

Se existe a possibilidade de sofrimento, não se trata então de amor, mas, sim, puramente, de uma forma sutil do instinto de posse, do instinto de aquisição.

Se amais, se realmente amais alguém, não há possibilidade de lhe causardes dor, fazendo algo que julgueis justo.

É somente quando queremos levar a pessoa amada a fazer o que desejamos, ou esta nos quer levar a fazer o que ela deseja, é somente então que existe dor. Isto é, amais a posse.

Com ela vos sentis abrigados, seguros, confortáveis. Embora saibais transitório esse conforto, buscais abrigo nele, na sua transitoriedade.

Toda luta em busca de conforto, incitamento, denuncia falta de riqueza interior, e, por conseguinte, cada ação incompatível com um dos amantes cria-lhe na mente perturbação, dor e sofrimento. Assim, um dos amantes tem de reprimir o que realmente sente, a fim de ajustar-se ao outro.

Em suma, essa constante repressão, ocasionada por isso que chamam amor, destrói os dois indivíduos. Em tal amor não existe liberdade; ele é apenas uma forma sutil de escravidão.

Quando sentis ardentemente a necessidade de fazer alguma coisa, vós a fazeis, às vezes com astúcia e sutileza, mas a fazeis de qualquer maneira. Existe sempre esse impulso a operar, a agir independentemente.

Krishnamurti – Ojai, Califórnia, 1938

http://nossaluzinterior.blogspot.com.br/2011/05/uma-radical-revolucao.html

Como Iniciar uma Revolução

Gene Sharp, investigador aposentado de Harvard (EUA), é considerado o padrinho da resistência não-violenta, aqui fotografado em a 17.12.2009 no seu gabinete em Boston (Mary Knox Merrill / Staff CSM / Getty Images)

Gene Sharp, investigador aposentado de Harvard (EUA), é considerado o padrinho da resistência não-violenta, aqui fotografado em a 17.12.2009 no seu gabinete em Boston (Mary Knox Merrill / Staff CSM / Getty Images)

Documentário: Como Iniciar uma Revolução (Completo e Legendado) // GNT

Conheça o trabalho de Gene Sharp, teórico indicado ao prêmio Nobel da Paz e autor de um livro que se dedica a mobilizar populações oprimidas para combater regimes autoritários através da não-violência.

Livros para download:

+ infos: [ Da Ditadura à Democracia ]

Apêndice Um
Os métodos de ação não violenta

OS MÉTODOS DE PROTESTO NÃO VIOLENTOS E PERSUASÃO

Declarações formais

1. Discursos públicos

2. Cartas de oposição ou de apoio

3. Declarações de organizações e instituições

4. Declarações públicas assinadas

5. Declarações da acusação e de intenção

6. Comunicações de petições em Grupo ou em massa

Comunicação com uma audiência mais ampla

7. Slogans, caricaturas e símbolos

8. Banners, cartazes e comunicações exibidas

9. Folhetos, panfletos e livros

10. Jornais e revistas

11. Discos, rádio e televisão

12. Escritas com fumaça no céu ou na terra

Representações em grupo

13. Delegações

14. Prêmios satíricos

15. Grupos de lobby

16. Piquetes

17. Simulacros de eleições

Atos públicos simbólicos

18. Exibição de bandeiras e cores simbólicas

19. Uso de símbolos

20. Oração e culto

21. Entrega de objetos simbólicos

22. Nudez em protesto

23. Destruição de propriedade própria

24. Luzes simbólicas

25. Mostra de retratos

26. Pintura como forma de protesto

27. Novos sinais e nomes

28. Sons simbólicos

29. Reclamações simbólicas

30. Gestos rudes

Pressões sobre os indivíduos

31. “Atormentar” funcionários

32. “Insultar” funcionários

33. confraternização

34. Vigílias

Teatro e música

35. Sketches cômicos e brincadeiras

36. Desempenho de jogos e música

37. Canto

Procissões

38. Marchas

39. Desfiles

40. Procissões religiosas

41. Peregrinações

42. Cortejos

Homenagem aos mortos

43. Luto Político

44. Simulacros de funerais

45. Funerais demonstrativos

46. Peregrinação a locais de sepultamento

Assembleias públicas

47. Assembleias de protesto ou de apoio

48. Reuniões de protesto

49. Reuniões camufladas de protesto

50. Invasões de aulas

Retirada e renúncia

51. Abandono de recinto

52. Silêncio

53. Renúncias a homenagens

54. Virar as costas

MÉTODOS DE NÃO COOPERAÇÃO SOCIAL

ostracismo de pessoas

55. boicote Social

56. Boicote social seletivo

57. greve de sexo

58. Excomunhão

59. Interdições

não cooperação com os eventos sociais, costumes e instituições

60. Suspensão de atividades sociais e esportivas

61. Boicote a assuntos sociais

62. Greve estudantil

63. Desobediência Social

64. Retirada de instituições sociais

Retirada do sistema social

65. Permanência em casa

66. Não-cooperação pessoal total

67. Fuga de trabalhadores

68. Santuário

69. Desaparecimento coletivo

70. Emigração em protesto (hegira)

OS MÉTODOS DE NÃO COOPERAÇÃO ECONÔMICA:
(1) BOICOTES ECONÔMICOS

ação por parte de consumidores

71. boicote de consumidores

72. Não-consumo de mercadorias boicotadas

73. Política de austeridade

74. Retenção de aluguel

75. Recusa de alugar

76. boicote nacional de consumidores

77. Boicote internacional de consumidores

ação por parte dos trabalhadores e produtores

78. Boicote de Trabalhadores

79. Boicote de produtores

Ações por intermediários

80. Boicote de Fornecedores e manipuladores

ação de proprietários e gerentes

81. Boicote de negociadores

82. Recusa a alugar ou vender imóveis

83. Locaute

84. Recusa de assistência industrial

85. “Greve geral” de comerciantes

Ação por parte dos titulares de recursos financeiros

86. Retirada de depósitos bancários

87. Recusa de pagamento de taxas, encargos e multas

88. Recusa de pagamento de dívidas ou de juros

89. Corte de fundos e de crédito

90. Recusa da receita

91. Recusa de dinheiro de um governo

ação de governos

92. Embargo Doméstico

93. “Lista negra” de comerciantes

94. Embargo de vendedores internacionais

95. Embargo de compradores internacionais

96. Embargo de comércio internacional

OS MÉTODOS DE NÃO COOPERAÇÃO ECONÔMICA:
(2) GREVE

greves simbólicas

97. greve de protesto

98. Paralização rápida (greve relâmpago)

greves agrícolas

99. Greve de camponeses

100. Greve de trabalhadores agrícolas

Greves de grupos especiais

101. Recusa de trabalho impresso

102. Greve de prisioneiros

103. Greve de Artesãos

104. Greve Profissional

Greves industriais comuns

105. Greve de Estabelecimento

106. Greve de Indústria

107. Greve de Simpatia

greves restritas

108. Greve detalhada

109. Greve de recusa

110. Operação tartaruga

111. Operação padrão

112. Informe de “doença”

113. Greve por demissão

114. greve limitada

115. greve seletiva

greves multi-industriais

116. greve generalizada

117. Greve geral

combinações de greves e fechamentos econômicos

118. Hartal (fechamento geral)

119. Desligamento Econômico

MÉTODOS DE NÃO COOPERAÇÃO POLÍTICA

rejeição da autoridade

120. Retirada ou contingenciamento de fidelidade

121. Recusa de apoio público

122. Literatura e discursos defendendo a resistência

não-cooperação dos cidadãos com o governo

123. Boicote de corpos legislativos

124. Boicote às eleições

125. Boicote de emprego e cargos no governo

126. Boicote aos departamentos governamentais, agências e outros órgãos

127. Retirada de instituições de ensino governamentais

128. Boicote de organizações apoiadas pelo governo

129. Recusa de assistência aos agentes da lei

130. Remoção de sinais próprios e marcadores

131. Recusa em aceitar funcionários nomeados

132. Recusa a dissolver as instituições existentes

alternativas dos cidadãos à obediência

133. Respeito relutante e lento

134. Não-obediência na ausência de supervisão direta

135. Não-obediência Popular

136. Desobediência disfarçada

137. Recusa de uma assembleia ou reunião dispersar-se

138. Ocupação sentada

139. Não-cooperação com o serviço militar obrigatório e deportação

140. Ocultação, fuga e identidades falsas

141. Desobediência civil a leis “ilegítimas”

ação de funcionários do governo

142. Recusa seletiva de assistência por assessores do governo

143. Bloqueio de linhas de comando e informações

144. Retardamento e obstrução

145. não-cooperação administrativa geral

146. Não-cooperação judiciária

147. Ineficiência deliberada e não-cooperação seletiva de agentes da lei

148. Motim

Ação governamental doméstica

149. Evasões semilegais e atrasos

150. Não-cooperação por unidades governamentais

ação governamental internacional

151. Mudanças na representação diplomática e outras representações

152. Atraso e cancelamento de eventos diplomáticos

153. Retenção do reconhecimento diplomático

154. Rompimento das relações diplomáticas

155. Retirada de organizações internacionais

156. Recusa de participação em organismos internacionais

157. Expulsão de organizações internacionais

OS MÉTODOS DE INTERVENÇAO NÃO VIOLENTA

intervenção psicológica

158. Auto exposição aos elementos

159. Jejum

(a) Jejum de pressão moral

(b) Greve de fome

(c) jejum Satyagrahica

160. Julgamento reverso

161. Assédio não violento

Intervenção física

162. Ocupação sentada

163. Ocupação de pé

164. Ocupação de meios de transporte

165. Ocupação de rios

166. Ocupação de usinas

167. Ocupação rezando

168. Ataques Não violentos

169. Bombardeios aéreos não violentos

170. Invasão não violenta

171. interjeição não violenta

172. Obstrução não violenta

173. Ocupação não violenta

intervenção social

174. Estabelecimento de novos padrões sociais

175. Sobrecarga de instalações

176. interferência retardatoria

177. Intervenção com discursos

178. Teatro de guerrilha

179. Instituições sociais alternativas

180. Sistema alternativo de comunicação

Intervenção econômica

181. Greve reversa

182. Greve com permanência

183. Ocupação de terra não violenta

184. Desafio a bloqueios

185. Falsificação politicamente motivada

186. Compra preventiva

187. Apreensão de bens

188. Dumping

189. Patrocínio Seletivo

190. Mercados alternativos

191. Sistemas de transporte alternativo

192. Instituições econômicas alternativas

Intervenção política

193. Sobrecarga dos sistemas administrativos

194. Revelação da identidades de agentes secretos

195. Busca de prisão

196. Desobediência civil de leis “neutras”

197. Trabalho sem colaboração

198. Dupla soberania e governo paralelo