A chuva de sol

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A CHUVA DE SOL

Um choro jogado do sol
Trazendo sua fria água dourada
De repente, chegou resplandescente.

Era perfeito o brilho da chuva
Cantando uma canção muda para mim
Limpou minha cinza em chamas.

Alexandre Hamada Possi*
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Aluno do curso de letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – USP

(Tradução por Sarkis Ampar Sarkissian)

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Vergonha

Pronunciamento de Rui Barbosa no senado em dezembro de 1914. Neste período o Rio de Janeiro ainda era a Capital do Brasil. As ilustrações seguem propositalmente de forma anacrônica.

Rui-barbosa-011
Rui-barbosa-021

Fonte: [ Poesia em Quadrinhos ]

Bicho de Sete Cabeças

Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito
Não tem nem talvez ter feito
O que você me fez desapareça
Cresça e desapareça…

Não tem dó no peito
Não tem jeito
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito
Não foi nada
Eu não fiz nada disso
E você fez
Um Bicho de Sete Cabeças…

Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça (Não tem ninguém que mereça)
Não tem coração que esqueça (Não tem pé, não tem cabeça)
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito (Não dá pé, não é direito)
Não tem nem talvez ter feito (Não foi nada, eu não fiz nada disso)
O que você me fez desapareça (E você fez um)
Cresça e desapareça… (Bicho de Sete Cabeças)

Bicho de Sete Cabeças!
Bicho de Sete Cabeças!
Bicho de Sete Cabeças!

( Bicho de Sete Cabeças – Geraldo Azevedo )

Lembraremos para SEMPRE!

Lembraremos para SEMPRE!