Saturnália – as origens do Natal

É mais fácil mudar o calendário do que mudar o apetite do povo pelas festas.

Les Saturnales - Antoine-François Callet

Les Saturnales – Antoine-François Callet

A origem da celebração no dia 25 de Dezembro é muito antiga e a associação mais direta provêm, como tantas outras coisas, dos Romanos. Estes celebraram durante muito tempo uma festa dedicada ao deus Saturno que durava cerca de quatro dias. Nesse período ninguém trabalhava, ofereciam-se presentes, visitavam-se os amigos e, inclusivamente, os escravos recebiam permissão temporária para fazer tudo o que lhes agradasse, sendo servidos por seus senhores. Era também coroado um rei que fazia o papel de Saturno. Esta festa era chamada Saturnália e realizava-se no solstício de Inverno (hemisfério Norte).

O solstício de Inverno era uma data muito importante para as economias agrícolas – e os Romanos eram um povo de agricultores. Fazia-se de tudo para agradar os deuses e pedir-lhes que o Inverno fosse brando e o Sol retornasse ressuscitado no início da Primavera. Como Saturno estava relacionado com a agricultura é fácil perceber a associação do culto do deus ao culto solar.

Mas outros cultos existiam também, como é o caso do deus Apolo, considerado como “Sol invicto”, ou ainda de Mitra, adorado como Deus-Sol. Este último, muito popular entre o exército romano, era celebrado nos dias 24 e 25 de Dezembro data que, segundo a lenda, correspondia ao nascimento da divindade. Em 273 o Imperador Aureliano estabeleceu o dia do nascimento do Sol em 25 de Dezembro: Natalis Solis Invicti (Nascimento do Sol Invencível).

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esquerda: Deus Mitra (babilônia) -|- direita: estátua da Liberdade

É somente durante o século IV que o nascimento de Cristo começa a ser celebrado pelos cristãos (até aí a sua principal festa era a Páscoa) mas no dia 6 de Janeiro, com a Epifania. Quando, em 313, Constantino se converte e oficializa o Cristianismo, a Igreja Romana procura uma base de apoio ampla, procurando confundir diversos cultos pagãos com os seus. Desistindo de competir com a Saturnália, deslocou um pouco a sua festa e absorveu o festejo pagão do nascimento do Sol transformando-o na celebração do nascimento de Cristo. O Papa Gregório XIII fez o resto: é mais fácil mudar o calendário do que mudar a apetência do povo pelas festas…

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A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmera, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo Odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada a idolatria e a adoração falsa: Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23). Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol. (WOODROW, Ralph. Babilônia A Religião dos Mistérios).

A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol. O salmo 84:11 diz que Jesus é sol. Mas este versículo não está dizendo que Jesus é o deus sol ou que o sol é um deus, mas que assim como o sol ilumina toda a humanidade, Jesus é a Luz que alumia todos os homens (Veja Lc.1:78,79 e Jo.1:9).

Na basílica dos apóstolos muitos cristãos, identificando Cristo com o deus-sol, viravam seus rostos para o oriente a fim de adorá-lo. O próprio papa Leão I reprovou o ressurgimento desta prática, como já havia acontecido com o povo de Israel: “…e com os rostos para o oriente, adoravam o sol virados para o oriente” (Ez.8:16).

É bom lembrarmos das advertências do profeta: Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile (Jr.10:3,4).

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da Igreja Católica Romana. O presépio foi inserido por São Francisco.

“Que ninguém tenha atividades públicas nem privadas durante as festas, salvo no que se refere aos jogos, as diversões e ao prazer. Apenas os cozinheiros e pasteleiros podem trabalhar. Que todos tenham igualdade de direitos, os escravos e os livres, os pobres e os ricos. Não se permite a ninguém enfadar-se, estar de mal humor ou fazer ameaças. Não se permitem as auditorias de contas. A ninguém se permite inspecionar ou registrar a roupa durante os dias de festas, nem depor, nem preparar discursos, nem fazer leituras públicas, exceto se são jocosos e graciosos, que produzem zombarias e entretenimentos”


Mitra ou Amigo[1] é o deus do Sol, da sabedoria e da guerra na mitologia persa. Ao longo dos séculos, foi incorporado à mitologia hindu e à mitologia romana. Na Índia e Pérsia, representava a luz, significando, literalmente, em persa, “Divindade solar”. Representava também o bem e a libertação da matéria. Era filho do deus persa do bem, Aúra-Masda, e lutava contra os inimigos deste com suas armas e com seu javali Verethraghna. Era identificado com o sol, viajando todos os dias pelo céu com sua carruagem para espantar as forças das trevas. Era uma das mais populares divindades persas. Com sua adoção pelos romanos, tornou-se especialmente popular entre os soldados, que lhe ofereciam touros.]

Existem referências a Mitra e a Varuna de 1 400 a.C. como deuses de Mitani, no norte da Mesopotâmia. Entre os persas, apareceu como filho de Aúra-Masda, deus do bem, segundo as imagens dos templos e os escassos testemunhos escritos. Mitra nasceu perto de uma fonte sagrada, debaixo de uma árvore sagrada, a partir de uma rocha (a petra generatrix; Mitra é, por isso, denominado de petra natus). Sua primeira menção é de aproximadamente 3400 anos atrás, sendo descrita como companheira de Varuna, o deus do equilíbrio e da ordem do cosmo. Por volta do século V a.C., passou a integrar o panteão do zoroastrismo persa: a princípio, como senhor dos elementos; depois, sob a forma definitiva do deus solar.

Após a vitória de Alexandre, o Grande, sobre os persas, o culto a Mitra se propagou por todo o mundo helenístico. Nos séculos III e IV da era cristã, as religiões romanas, identificando-se com o caráter viril e luminoso do deus, transformaram o culto a Mitra no mitraísmo.(Wikipédia)


Fontes consultadas:

http://obviousmag.org/archives/2007/12/saturnalia.html

http://solascriptura-tt.org/SeparacaoEclesiastFundament/NatalFestaPaga-Ferraz.htm

https://pt.wikipedia.org/wiki/Saturn%C3%A1lia

A sintonia da fé

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Tudo que acontece com você, absolutamente TUDO, é resultado direto de um equilíbrio de energias produzidas pelo consciente / inconsciente. Se você quer descobrir porque certas coisas acontecem contigo, um bom começo é investigar como você está “vibrando”.

O que é a FÉ? Como funciona? Para quê serve?

“Considere o seu próprio corpo sendo feito na maior parte de espaço.

Feche os olhos e sinta o espaço do qual você é feito e o espaço em torno de você vibrar como um cristal.

Então imagine que a taxa de vibração da sua estrutura biocrystal na estrutura do vácuo sendo equivalente ao jorro de informações para dentro e fora de você, da mesma maneira que um aparelho de rádio de cristal sintonizado em uma certa freqüência permite que você ouça uma estação de rádio específica.

No corpo, se o cérebro é a antena do aparelho de rádio, o “sintonizador” é o coração, que define a frequência das informações recebidas através da dinâmica de ritmos fluidos do seu corpo, e que pode ser alterada pelo seu estado emocional.”
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Nassim Haramein

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Seria a vida uma tortura?

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“Aqui está uma pergunta, uma pergunta fundamental:

— Seria a vida uma tortura?

O fato é que ela é como é; e o homem tem vivido nesta tortura séculos e séculos, desde a história antiga até os dias atuais, em agonia, em desespero, na tristeza; e ele não encontra uma maneira de sair disso. Portanto, ele inventa deuses, igrejas, todos os rituais, e todos esse absurdos, ou ele escapa de maneiras diferentes.

O que estamos tentando fazer, durante todas essas discussões aqui, é ver se não podemos trazer radicalmente uma transformação da mente, não aceitar as coisas como elas são, nem revoltar-se contra elas. Se revoltar não ajuda em nada.

Você deve buscar entender isso, examinar essa questão, dar o seu coração e sua mente, com tudo o que você tem, para descobrir uma maneira de viver de uma forma diferente.

Isso DEPENDE DE VOCÊ, e não de outra pessoa, porque nisso não há nenhum professor, nenhum aluno; não há um líder; não há guru; não há nenhum mestre, nenhum Salvador. Você mesmo é o professor e o aluno; você é o mestre; você é o guru; você é o líder; VOCÊ É TUDO.

E entender isso é transformar o que se é.”

— Jiddu Krishnamurti

O ESPELHO ENEVOADO

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Três mil anos atrás, havia um ser humano, como eu e você, que vivia perto de uma cidade cercada de montanhas. O ser humano estudava para tornar-se um xamã, para aprender a sabedoria de seus ancestrais, mas não concordava completamente com tudo aquilo que aprendia. Em seu coração, sentia que existia algo mais.

Um dia, enquanto dormia numa caverna, sonhou que viu o próprio corpo dormindo. Saiu da caverna numa noite de lua nova. O céu estava claro e ele enxergou milhares de estrelas. Então, algo aconteceu dentro dele que transformou sua vida para sempre. Olhou para suas mãos, sentiu seu corpo e escutou a própria voz dizendo: “Sou feito de luz; sou feito de estrelas”.

Olhou novamente para as estrelas e percebeu que não eram as estrelas que criavam a luz, mas antes a luz que criava as estrelas . “Tudo é feito de luz”, acrescentou ele, “e o espaço no meio não é vazio”. E ele soube tudo o que existe num ser vivo, e que a luz é a mensageira de vida, porque está viva e contém todas as informações.

Então, compreendeu que embora fosse feito de estrelas, ele não era essas estrelas. “Sou o que existe entre as estrelas”, pensou. Então, chamou as estrelas de tonal e a luz entre as estrelas, de nagual, e soube que o que criava a harmonia e o espaço entre os dois é a Vida ou Intenção. Sem a vida, o tonal e o nagual não poderiam existir. A Vida é a força do absoluto, do supremo, do criador que cria tudo.

Foi isso o que ele descobriu: tudo o que existe é uma manifestação do ser que denominamos Deus. Tudo é Deus. E ele chegou à conclusão de que a percepção humana é apenas a luz que percebe a luz. Também viu que a matéria é um espelho – tudo é um espelho que reflete luz e cria imagens dessa luz – e o mundo da ilusão, o Sonho, é apenas fumaça que não permite que enxerguemos quem realmente somos. “O verdadeiro nós é puro amor, pura luz”, disse ele.

Essa compreensão mudou sua vida. Uma vez que ele soube quem realmente era, olhou ao redor para os outros seres humanos e para o restante da natureza e ficou surpreso com o que viu. Viu a ele mesmo em tudo – em cada ser humano, em cada animal, em cada árvore, na água, na chuva, nas nuvens, na terra. E viu que a Vida misturava o tonal e o nagual de formas diferentes para criar bilhões de manifestações de Vida.

Naqueles poucos momentos ele compreendeu tudo. Ficou muito excitado, e seu coração encheu-se de paz. Mal podia esperar para contar ao seu povo o que descobrira. Mas não havia palavra para explicar. Tentou falar com os outros, mas eles não conseguiam entender. Eles perceberam que o homem havia mudado, que algo bonito se irradiava dos olhos e da voz dele.

Repararam que ele não julgava mais as coisas e as pessoas. Ele não era mais como os outros.

Ele entendia os outros muito bem, mas ninguém conseguia entendê-lo.

Acreditavam que ele fosse a encarnação viva de Deus, e ele sorriu quando escutou isso, e lhes disse: “É verdade. Sou Deus. Mas vocês também são Deus. Somos o mesmo, você e eu. Somos imagens de luz. Somos Deus”. Mesmo assim, as pessoas não o entenderam.

Havia descoberto que era um espelho para as outras pessoas, um espelho no qual podia observar a si mesmo. “Todo mundo é um espelho”, disse ele. Viu a si mesmo em todos, mas ninguém o viu como eles mesmos. Então compreendeu que todos estavam sonhando, mas sem consciência, sem saber o que realmente eram.

Não podiam enxergá-lo como eles mesmos porque havia uma parede de nevoeiro entre os espelhos. E essa parede era construída pela interpretação das imagens de luz – o Sonho dos seres humanos.

Então, ele percebeu que logo iria esquecer tudo o que aprendera. Queria lembrar-se de todas as visões que tivera; portanto, decidiu chamar a si mesmo de Espelho Enevoado, para que sempre soubesse que a matéria é um espelho e que a névoa do meio é o que nos impede de saber quem somos.

Ele disse: “Sou o Espelho Enevoado, porque estou vendo a mim mesmo em todos vocês, mas nós não reconhecemos um ao outro por causa do nevoeiro entre nós. Esse nevoeiro é o Sonho, e o espelho é você, o sonhador”.

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por Don Miguel Ruiz

(Texto extraído do livro “Os Quatro Compromissos”; Editora Best Seller).

Quem somos nós

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Nós – todos nós – somos programados geneticamente para dar valor ao que não temos.

Nossos gens são ativados ainda na gestação de acordo com o que acontece no mundo “exterior”. Percebemos o mundo pelas emoções / trocas químicas sanguíneas entre mãe e bebê.

Se nossa família é pobre a tendência é dar valor à riqueza. Se não temos estudos, damos valor a quem nos parece letrado. Se somos tímidos, iremos procurar fazer amizades com pessoas extrovertidas… Se somos tristes, iremos sorrir para pessoas que nos façam rir…

É assim que construímos a nós mesmos…

Assim que somos capazes de perceber esses interesses inerentes que mecanicamente nos movem, começamos a dar os primeiros passos para sair dessa prisão.

Eis então que finalmente podemos fazer as pazes com nossos “daemons”.

A posse deste segredo simples nos torna aptos a praticar a tolerância de forma bem mais fácil.

Sim, vai muito além de um sequenciamento genético.

Vejo como uma predisposição, uma tendência; o ordenamento social e suas iterações são os caminhos por onde fazemos essa construção de valores.

Falo de essência. Existe no trabalho, nas amizades, na família, em tudo.

Inclusive nas relações amorosas.

Nos é confortável o hábito, a rotina, a repetição.

Tem vezes que alguns aspectos afloram, você percebe e fala: “Oh, eu sou assim…” – é uma espécie de “olhar de fora” e ver a si mesmo.

Para piorar somos péssimos críticos de nós mesmos!

(Anderson Porto)

A quadratura do círculo

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Há um preço a pagar pela divisão e isolamento. A democracia não pode desabrochar em meio ao ódio. A justiça não pode se enraizar em meio a raiva. Devemos abandonar a indiferença. Devemos abandonar a apatia. Devemos abandonar o medo.
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Thurgood Marshall

Para quem ainda não entendeu o que acontece aos noves fora no mundo da política, posso tentar resumir: o mal precisa do bem e o bem precisa do mal.

Como assim? Basicamente eles trabalham – todos – para que o sistema continue funcionando, a máquina girando, o trabalho acontecendo e uma pequena parte do dinheiro circulando.

O símbolo dos poderosos, como todos sabem, é um funil.

É como se fosse uma vaca leiteira cheia de tetas, onde eles são donos da vaca, das tetas, do pasto, do sino pendurado. A nós cabe um dedalzinho de leite…, e só.

Isso se você não for alérgico, porque aí vai ter que procurar hospital e eles são donos do hospital também. São eles que formam os médicos e eles que controlam os remédios. A ambulância e as ruas e as estradas… São deles.

Aí eis que volta e meia o mal precisa de um Judas e o bem de um Salvador. Ou vice-versa. Essa peça antiga de mais de 2 mil anos eles já aprenderam direitinho como que faz. É tudo encenação para manter aqueles que dormem mais e mais cansados, sonolentos, sem ter paz.

Existem práticas execráveis que o bem não poderia assumir autoria. Daí vem o mal e faz. Existem benesses que não poderiam ser praticadas pelo mal, então vem o bem e faz.

E assim ficamos todos nessa roda…

Girando, girando, girando…

Até o fim.

(mas não haverá fim, assim como não houve princípio)

ARMADILHAS DO EGO

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“Se você acha que é mais “espiritual” andar de bicicleta ou usar transporte público para se locomover, tudo bem, mas se você julgar qualquer outra pessoa que dirige um carro, então você está preso em uma armadilha do ego.

Se você acha que é mais “espiritual” não ver televisão porque mexe com o seu cérebro, tudo bem, mas se julgar aqueles que ainda assistem, então você está preso em uma armadilha do ego.

Se você acha que é mais “espiritual” evitar saber de fofocas ou noticias da mídia, mas se encontra julgando aqueles que leem essas coisas, então você está preso em uma armadilha do ego.

Se você acha que é mais “espiritual” fazer Yoga, se tornar vegano, comprar só comidas orgânicas, comprar cristais, praticar reiki, meditar, usar roupas “hippies”, visitar templos e ler livros sobre iluminação espiritual, mas julgar qualquer pessoa que não faça isso, então você está preso em uma armadilha do ego.

Sempre esteja consciente ao se sentir superior.

A noção de que você é superior é a maior indicação de que você está em uma armadilha egóica.

O ego adora entrar pela porta de trás.

Ele vai pegar uma ideia nobre, como começar yoga e, então, distorcê-la para servir o seu objetivo ao fazer você se sentir superior aos outros; você começará a menosprezar aqueles que não estão seguindo o seu “caminho espiritual certo”.

Superioridade, julgamento e condenação.

Essas são armadilhas do ego”
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Mooji