O preço da Copa

Documentário dinamarquês mostrando a preço social e humano da Copa do Mundo no Brasil.
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O jornalista dinamarquês Mikkel Keldorf, que em abril provocou polêmica ao anunciar que desistiu de cobrir a Copa do Mundo, lançou nesta quinta-feira (29) um documentário sobre o Brasil. O filme “O preço da Copa” (“The price of the World Cup”, no título em inglês), com cerca de 29 minutos de duração, pode ser visto no canal de Keldorf no YouTube.

O jornalista afirma que a obra é uma resposta a quem o criticou de abrir mão do seu trabalho ao decidir sair do Brasil e voltar para a Dinamarca. “O boicote tinha relação com as acusações sobre grupos de extermínio”, explica ele. Esses grupos, de acordo com ele, assassinam crianças de rua nas capitais brasileiras para fazer o que ele chama de “limpeza” às vésperas da Copa. Keldorf, entretanto, não cita casos específicos.

“Então, tive três opções: 1) procurar mais crianças da rua e colocá-los em perigo de vida; 2) buscar os grupos de extermínio e colocar a minha vida em grande perigo; 3) fazer meu filme, boicotar a Copa e fazer um debate no Brasil e na Europa sobre esses temas. Escolhi a opção 3.”

Fonte da imagem: O Doutrinador

Fonte da imagem: O Doutrinador

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Naked gun

Stop grind my gears… because I’m busy creating the future
Face your oldest fears… Just while I’m busy creating the future
Don’t be close to fears… you could be busy creating the future
All shit disappear … Just while you busy creating the…
Busy creating the…

Now I know we want the same
And I need you so
And the days will become years if you spend it with me
Hanging with me, playing with me, doing just what we want
Dancing with me, moving your hips, turning me on and on

Stop grind my gears… because I’m busy creating the future
No more industry… while you are busy creating the future
We need chemistry… while we are busy creating the future
All shit disappear … while you are busy creating the… busy creating the…

busy creating the future
Stepping outta line

(Naked gun – Hell Oh)

Sob pressão

Under Pressure Sob pressão
Um boom ba bay
Um boom ba bay
Um boom boom ba ba bay

Pressure, pushing down on me
Pressing down on you, no man ask for
Under pressure! That burns a building down
Splits a family in two
Puts people on streets

Um ba ba bay
Um ba ba bay
Dee day duh
Ee day duh

That’s ok
It’s the terror of knowing
What the world is about
Watching some good friends
Screaming “let me out!”
Pray tomorrow gets me higher
Pressure on people, people on streets

Day day day
Da da da dup bup

O.k.
Chippin’ around
Kick my brains around the floor
These are the days it never rains, but it pours

Ee do bay bup
Ee do bay ba bup
Ee do bup
Bay bup

People on streets
Dee da dee da day
People on streets
Dee da dee da dee da dee da

It’s the terror of knowing
What this world is about
Watching some good friends
Screaming “let me out!”
Pray tomorrow (gets me higher, high, high)
Pressure on people, people on streets

Turned away from it all like a blind man
Sat on a fence but it don’t work
Keep coming up with love
But it’s so slashed and torn

Why, why, why?
Love, love, love, love, love
Insanity laughs, under pressure we’re cracking

Can’t we give ourselves one more chance
Why can’t we give love that one more chance?
Why can’t we give love?

Give love, give love, give love
Give love, give love, give love
Give love, give love…

‘Cause love’s such an old fashioned word
And love dares you to care for
The people on the edge of the night
And loves dares you to change our way of
Caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves

Under pressure
Under pressure
Pressure

Um boom ba bay
Um boom ba bay
Um boom ba ba bay

Pressão, me derrubando com um empurrão
Pressionando você, nenhuma pessoa pede isso
Sob pressão! Isso incendeia um edifício inteiro
Divide uma família em duas
Coloca pessoas nas ruas

Um ba ba bay
Um ba ba bay
Dee duh dia
Ee duh dia

Tudo bem!
É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo
Observando alguns bons amigos
Gritando ‘deixe-me sair!’
Rezo para que o amanhã me deixe mais animado.
Pressão sobre as pessoas, pessoas nas ruas

Day day day
Da da da dup bup

O.k.
Dando pontapés por aí
Chuto meu cérebro pelo chão
Estes são os dias em que nunca chove, mas transborda

Ee do bup bay
Bup ee do bay ba
Ee do bup
Bup bay

Pessoas nas ruas
Dee da dee dia da
Pessoas nas ruas
Dee da dee da dee da dee da

É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo
Observando alguns bons amigos
Gritando “deixe-me sair!”
Rezo para que o amanhã (me deixe mais animado, animado)
Pressão sobre as pessoas, pessoas nas ruas

Afastei-me disto tudo como um homem cego
Sentei num muro mas isso não funciona
Continuo fornecendo amor
Mas ele está tão cortado e despedaçado

Porque, porque, por quê?
Amor, amor, amor, amor, amor
A insanidade sorri, sob pressão estamos pirando

Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance
Por que não podemos dar ao amor mais uma chance?
Por que não podemos dar amor?

Dar amor, dar amor, dar amor
Dar amor, dar amor, dar amor
Dar amor, dar amor…

Porque o amor é uma palavra tão fora de moda
E o amor te desafia a se importar com
As pessoas no limite da noite
E o amor desafia você a mudar nosso modo de
Nos preocupar com nós mesmos
Esta é nossa última dança
Esta é nossa última dança
Isto somos nós mesmos

Sob pressão
Sob pressão
Pressão

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Ex-executiva do Banco Mundial afirma: “criaturas não humanas controlam o mundo”

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Segundo Karen Hudes, uma ex-executiva do Banco Mundial, alienígenas de cabeça alongada e inteligência excepcional controlam o Vaticano e a economia mundial. Muitos conhecem a típica teoria conspiratória em torno do domínio extraterrestre sobre nosso planeta, mas quando esta ideia parte de uma pessoa prestigiada, que já ocupou um cargo de importância mundial, é de se esperar uma considerável repercussão. E foi justamente isso o que aconteceu após uma recente entrevista de Hudes, que está disponível no YouTube.

“Criaturas não humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos do de todo o mundo”, respondeu Hudes, sem hesitar, diante da pergunta do seu interlocutor sobre quem estaria controlando o mundo.

De acordo com sua declaração, esses seres estão no poder há muito tempo. “Não são da raça humana. Eles se chamam Homo Capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo”, disse a ex-executiva, calmamente. Para fundamentar sua ideia, ela citou o caso de alguns objetos encontrados com faraós egípcios, usados em suas cabeças, e os enigmáticos crânios peruanos.

O currículo de Hudes inclui um bacharelado em Direito pela Universidade de Yale e economia pela Universidade de Amsterdã. Ela trabalhou no Export-Import Bank dos Estados Unidos e, depois, no Departamento Jurídico do Banco Mundial, onde virou uma assessora de alto escalão.

Embora suas palavras soem absurdas para muitos, o fato é que elas fazem eco com o que defende o ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, que afirmou, no ano passado, durante um congresso ufológico, que existem alienígenas trabalhando no governo norte-americano.

Assista abaixo aos vídeos:

Entrevista com Karen Hudes (parte 1/2)

Entrevista com Karen Hudes (parte 2 de 2)

Fonte: [ History Channel ]

Qual é a droga?

drogas comprimidos - priscila e maxwell palheta_thumb[1]

Por Marcelo Mirisola

Além dos livros e das drogas familiares, nunca precisei mais do que Epocler. Não obstante, amigos viciados tem a necessidade de usá-las e, vezenquando – aqui entre nós – é lícito abandonar a tela e o teclado e ir atrás de um pouco de confusão. Bastam cinco minutos, ou até menos. Aqui na Lapa, em questão de duas ciscadas, o traficante aparece na sua frente, como se tivesse brotado de uma lâmpada de Aladim. Em Ipanema, no Baixo-Gávea, Leblon e adjacências, basta pensar e a droga se materializa diante de voce: pó, maconha, poesia, e, às vezes, o prefeito vem junto e mete porrada.

Não sejamos hipócritas. O ramerrame de Ribeirão Preto, de Balneário Camboriú e da ex-pacata cidade de Jundiaí é igualzinho. O Brasil tá fissurado. A classe média que dona Chauí tanto despreza não me deixa mentir. Burguer King ou Mc Donald’s ?

Se o homem de bem, pagador de impostos e cheirador contumaz não curtir a rua e as grandes emoções, é só pedir delivery. Os caras entregam até pizza de chocolate na sua casa.

Quando você consegue o que quer, bem, em questão de segundos o circo perde o sentido. Você percebe que aqueles caras que vestem fardas e cultivam a ordem, a disciplina e a hierarquia não servem pra quase nada; na realidade eles não passam de crianças sádicas e fetichistas que fazem tanto sentido quanto o traficante e os heróis da Marvel que tomam conta dos seus sonhos de Cinderela.

Pare para pensar: um meganha que enquadra suspeitos e se dirige a outro meganha como tenente, cabo, capitão, um cara que prende e faz uso de algemas e técnicas de imobilização, um sujeito que acorda de madrugada para se perfilar diante de um pedaço de pano colorido, o mesmo tipo que obedece a ordens unidas, que desfila de boina na avenida, pense comigo: para que um xarope desses, que depende de uma voz de comando até para se manter sobre as duas pernas, presta na vida?

Pra cuidar de mim é que não é.

Um apelo. Autoridades civis, militares e eclesiásticas. Senhoras e senhores. Gostaria de fazer um apelo: invistam em video-games e passatempos temáticos. Abram franquias do Parque da Mônica e chamem a Super Nanny, deem massinha e pincéis atômicos para entreter essas crianças mal-humoradas que adoram uma fardinha.

E , do outro lado e ao mesmo tempo, transformem os traficantes em comerciantes, livrem os viciados da marginalidade e deixem o capitalismo cuidar do resto. Se funciona com o Carrefour, o Waal Mart, as Casas Bahia e as lojas Americanas que vendem DVs da Ivete Sangalo e do Gustavo Lima, por que não ia dar certo com as outras drogas?

Em suma, já basta o Deus do Malafaia* para subjugar, prender, orientar e sacrificar o gado que lhe solicita.

No dia que a Vovó da Casa do Pão de Queijo vender heroína, droga por droga porque sou pelo controle de qualidade e pelo recolhimento de impostos, nesse dia não vamos mais precisar de polícia nem para perguntar onde é que fica o necrotério mais próximo.

PS* Quase deixo passar em brancas nuvens a parada Gay e o aniversário de 20 anos da morte de Ayrton Senna.

Acho a parada gay um treco monótono e barulhento tanto quanto corrida de Fórmula 1. Ayrton Senna e Salete Campari são Queens e Kings ( nesse caso a ordem das realezas não altera o produto) do mesmo baralho insosso e enfadonho. Mas isso não interessa. Trata-se apenas da minha singela opinião. Vale que lembrei de uma entrevista que o pastor Malafaia deu para o site Congresso em Foco, coisa de um ano. Veio a calhar.

Ele disse que desconhece gay que não tenha sido violentado na infância. Eu, aqui com meus botões, pensei: também não conheço neo-evangélico que não seja diuturnamente esculhambado na vida adulta. E o pior: eles ainda pagam dízimo por isso. Malafaia também afirmou peremptóriamente que “viadagem” tem tratamento. Se eu fosse repórter que o entrevistou, perguntaria: E burrice? Tem cura?

Fonte: [ Blog do Marcelo Mirisola ]